Pensando em saúde e alimentação. (e em tanta gente jovem adoecendo)
Ando pensando no número de jovens morrendo de ataques cardíacos e de jovens mais experientes, como da minha geração, por volta do 50 anos, tendo câncer e outras doenças estranhas, utoimunes e defenerativas.
Sou da geração pré-popularização dos derivados do petróleo (calma,não estou falando que sou mais velha do que o petróleo, falo da popularização dos derivados , que ocorreu depois da superação da crise do início dos anos 70, que chegou, inclusive como solução para a crise dos anos setenta), dos transgênicos , da engenharia genética aplicada ao agrobusiness, e da mundialização, da circulação de mercadorias pelo mundo todo. Na minha infância, só existiam alimentos orgânicos, praticamente. Como cresci no suburbio, muitas coisas que comíamos eram do nosso quintal. Frutas, verduras, legumes, frangos, porcos.
Tudo o que vinha de ou continha no pprocesso de produção, inclusive maquinaria, derivados de petróleo, como embalagens de plástico, eram muito caros. Nossa industrialização tardia fazia com que tudo o que fosse artificial, sintético, fosse muito caro. hoje é exatamente o oposto.
A gente mal podia comprar um biscoito maizena, que é menos "maligno", hoje temos as bombas dos biscoitos recheados, baratos, se comparados ao nosso tempo.
Nossa merenda escolar era refresco caseiro e pão com ovo, pão com manteiga, e, quando sobrava algum dinheiro, pão com queijo.
A garotada toma redbull e vai destruindo seu metebolismo, até
Hoje é porcaria de cantina. A reeitura proibe frituras em cantinas escolares, mas vende salgadinhos folheados, com MUITO mais gordura, embora assados. E a garotada vai assim, de refrifgerante em refrigerante, de salgadinho em salgadinho, de redbull e red bul, atéque seu coração exploda do nada . Sem falar nas bombas de academia.
Impossível para algumas pessoas viver longe dos ketchups, das maioneses, dos hambúrgueres, das frituras , dos molhos e teperos prontos etc. Crianças com triglicerideos e colesterol alto são comuns, Antigamente, refrigerante era para dias de festa. Tomávamos o Ki-Suco, que não é lá essa maravilha, mas , como era adoçado em casa, não havia essa quantidade imensa de açucar dos refrigerantes,e era tão diluído para "render", que era quase água pura. Podia ter corantes artificiais, mas nada que posssa competir com as propriedades venenosas da coca-cola. Tomávamos muito refresco de cajá, goiaba, laranja, tangerina do quintal. era refresco de fruta, nada de Del Valles da vida.
Estou perplexa com o número de amigos acometidos por estas doenças como câncer e outras coisas estranhas, como a Mola Hidatiforme,que nunca havia falado falar até uma amiga ter há dois meses. E todas são doenças degenerativas, de alguma forma. Sem falar na osteoporose por nossa alimentação que rouba cálcio, etc.
Tenho pensado cada vez mais nisto. Tenho diabetes tipo II e resolvi seguir a filosofia de um livro yogue que li qdo descobri a doença há uns vinte anos, mas só estou levando mesmo a sério agora, vendo de perto tantos amigos acometidos por doenças jamais imaginadas em nossa idade.
A filosofia do sábio yogue era a seguinte: uma doença crônica ou degenerativa pode ser uma sentença de morte lenta e sofrida ou de vida longa e saudável. Se vc evitar tudo o que faz mal à sua doença, vc só ingerirá o que faz bem para sua saúde e longevidade.
Tá certo que não poderemos mais criar galinhas no quintal, cultivar frutas , legumes e verduras (algumas hortaliças sim). Mesmo sabendo que a carne, frango, peixe, vegetais estão todos contaminados por pesticidas, mercúrio, hormônio, antibióticos que nos tornam cada vez mais resistentes a medicamentos e nos trazem doenças estranhas, podemos fazer algumas coisas.
Dentro de nossos limites , podemos evitar: sal, açucar, adoçante com sódio (sim, por incrível que pareça o adoçante contem sal), embutidos e todos os alimentos conservados. Até um inocente peito de peru light é cheio de glutamato monossódico. Queijo amarelo, veneno puro. O Sazon, propagandeado como símbolo de amor é símbolo de morte. Glutamato monossódico puro. Veneno.
Da mesma forma, a "inocente" comida japonesa. Arroz branco cozido com açucar nos sushis, frituras e cream cheese nos Philadelfias. Peça sempre shoyu light, que contém menos sódio. E não deixe o gengibre no cantinho da bandeja ou da barquinha, nem o nabo em tirinhas, aquelas folhinhas todas que acompanham, não são para enfeitar.
Como tenho alergia a sódio, para mim dá para perceber a diferença. Se eu usar o shoyu comum, acordo no dia seguinte com os olhos e mãos inchadas. Já se uso o shoyu light, não tenho tais sintomas.Podemo não ter nosso limoeriro no quintal, mas podemos tentar comprar em um sacolão que vende de algum produtor pequeno (mais caro, por incr´viel que pareça) e tomar limonada em vez de refrigerante ou suco de caixinha ou garrafa.
Não sou profissional de saúde no sentido estrito (no sentido amplo sim, pois trabalho noa fiocruz), mas leio muito sobre o assunto e estou procurando cada vez mais adotar uma alimentação saudpavel (nada que me impeçla de compartilhar um mocotó, um churrasco, uma pizza DE VEZ EM QUANDO), mas pedir pizza em casa, absorver o hábito no dia a dia, é suicídio,
Arroz integral, pão integral, macarrão integral são mais caros do que os refinados aqui no Brasil pela falta de demanda, mas experimente medir sua glicose vinte minutos após ingerir um pão zinho branco e a mesma quantidade calórica de pão integral. Vc nunca mais terá coragem de comer pão branco, arroz branco, massa de farinha branca...Nunca mais é exagero. E gosto é uma questão de hábito.
Não custa preprarar lanches para levar ao trabalho.
Nossa vida é corrida, mas de que adianta toda esta correria para encontrar a morte ou uma doença mais rapidamente?
Minha geração não está preparada geneticamente para comer tanto veneno e estamos pagando o preço.
É muita gente jovem adoencendo. Sem falar nos fatores de estressse, mas isto é outro capítulo.
Ando pensando no número de jovens morrendo de ataques cardíacos e de jovens mais experientes, como da minha geração, por volta do 50 anos, tendo câncer e outras doenças estranhas, utoimunes e defenerativas.
Sou da geração pré-popularização dos derivados do petróleo (calma,não estou falando que sou mais velha do que o petróleo, falo da popularização dos derivados , que ocorreu depois da superação da crise do início dos anos 70, que chegou, inclusive como solução para a crise dos anos setenta), dos transgênicos , da engenharia genética aplicada ao agrobusiness, e da mundialização, da circulação de mercadorias pelo mundo todo. Na minha infância, só existiam alimentos orgânicos, praticamente. Como cresci no suburbio, muitas coisas que comíamos eram do nosso quintal. Frutas, verduras, legumes, frangos, porcos.
Tudo o que vinha de ou continha no pprocesso de produção, inclusive maquinaria, derivados de petróleo, como embalagens de plástico, eram muito caros. Nossa industrialização tardia fazia com que tudo o que fosse artificial, sintético, fosse muito caro. hoje é exatamente o oposto.
A gente mal podia comprar um biscoito maizena, que é menos "maligno", hoje temos as bombas dos biscoitos recheados, baratos, se comparados ao nosso tempo.
Nossa merenda escolar era refresco caseiro e pão com ovo, pão com manteiga, e, quando sobrava algum dinheiro, pão com queijo.
A garotada toma redbull e vai destruindo seu metebolismo, até
Hoje é porcaria de cantina. A reeitura proibe frituras em cantinas escolares, mas vende salgadinhos folheados, com MUITO mais gordura, embora assados. E a garotada vai assim, de refrifgerante em refrigerante, de salgadinho em salgadinho, de redbull e red bul, atéque seu coração exploda do nada . Sem falar nas bombas de academia.
Impossível para algumas pessoas viver longe dos ketchups, das maioneses, dos hambúrgueres, das frituras , dos molhos e teperos prontos etc. Crianças com triglicerideos e colesterol alto são comuns, Antigamente, refrigerante era para dias de festa. Tomávamos o Ki-Suco, que não é lá essa maravilha, mas , como era adoçado em casa, não havia essa quantidade imensa de açucar dos refrigerantes,e era tão diluído para "render", que era quase água pura. Podia ter corantes artificiais, mas nada que posssa competir com as propriedades venenosas da coca-cola. Tomávamos muito refresco de cajá, goiaba, laranja, tangerina do quintal. era refresco de fruta, nada de Del Valles da vida.
Estou perplexa com o número de amigos acometidos por estas doenças como câncer e outras coisas estranhas, como a Mola Hidatiforme,que nunca havia falado falar até uma amiga ter há dois meses. E todas são doenças degenerativas, de alguma forma. Sem falar na osteoporose por nossa alimentação que rouba cálcio, etc.
Tenho pensado cada vez mais nisto. Tenho diabetes tipo II e resolvi seguir a filosofia de um livro yogue que li qdo descobri a doença há uns vinte anos, mas só estou levando mesmo a sério agora, vendo de perto tantos amigos acometidos por doenças jamais imaginadas em nossa idade.
A filosofia do sábio yogue era a seguinte: uma doença crônica ou degenerativa pode ser uma sentença de morte lenta e sofrida ou de vida longa e saudável. Se vc evitar tudo o que faz mal à sua doença, vc só ingerirá o que faz bem para sua saúde e longevidade.
Tá certo que não poderemos mais criar galinhas no quintal, cultivar frutas , legumes e verduras (algumas hortaliças sim). Mesmo sabendo que a carne, frango, peixe, vegetais estão todos contaminados por pesticidas, mercúrio, hormônio, antibióticos que nos tornam cada vez mais resistentes a medicamentos e nos trazem doenças estranhas, podemos fazer algumas coisas.
Dentro de nossos limites , podemos evitar: sal, açucar, adoçante com sódio (sim, por incrível que pareça o adoçante contem sal), embutidos e todos os alimentos conservados. Até um inocente peito de peru light é cheio de glutamato monossódico. Queijo amarelo, veneno puro. O Sazon, propagandeado como símbolo de amor é símbolo de morte. Glutamato monossódico puro. Veneno.
Da mesma forma, a "inocente" comida japonesa. Arroz branco cozido com açucar nos sushis, frituras e cream cheese nos Philadelfias. Peça sempre shoyu light, que contém menos sódio. E não deixe o gengibre no cantinho da bandeja ou da barquinha, nem o nabo em tirinhas, aquelas folhinhas todas que acompanham, não são para enfeitar.
Como tenho alergia a sódio, para mim dá para perceber a diferença. Se eu usar o shoyu comum, acordo no dia seguinte com os olhos e mãos inchadas. Já se uso o shoyu light, não tenho tais sintomas.Podemo não ter nosso limoeriro no quintal, mas podemos tentar comprar em um sacolão que vende de algum produtor pequeno (mais caro, por incr´viel que pareça) e tomar limonada em vez de refrigerante ou suco de caixinha ou garrafa.
Não sou profissional de saúde no sentido estrito (no sentido amplo sim, pois trabalho noa fiocruz), mas leio muito sobre o assunto e estou procurando cada vez mais adotar uma alimentação saudpavel (nada que me impeçla de compartilhar um mocotó, um churrasco, uma pizza DE VEZ EM QUANDO), mas pedir pizza em casa, absorver o hábito no dia a dia, é suicídio,
Arroz integral, pão integral, macarrão integral são mais caros do que os refinados aqui no Brasil pela falta de demanda, mas experimente medir sua glicose vinte minutos após ingerir um pão zinho branco e a mesma quantidade calórica de pão integral. Vc nunca mais terá coragem de comer pão branco, arroz branco, massa de farinha branca...Nunca mais é exagero. E gosto é uma questão de hábito.
Não custa preprarar lanches para levar ao trabalho.
Nossa vida é corrida, mas de que adianta toda esta correria para encontrar a morte ou uma doença mais rapidamente?
Minha geração não está preparada geneticamente para comer tanto veneno e estamos pagando o preço.
É muita gente jovem adoencendo. Sem falar nos fatores de estressse, mas isto é outro capítulo.